Disbiose Intestinal

DISBIOSE é uma “disfunção” do intestino devida, entre outros, ao desequilíbrio quantitativo dos diferentes microorganismos que participam na flora microbiana normal, obviamente na ausência de infecção intestinal.

A DISBIOSE causa alterações da saúde, com contribuição importante no desenvolvimento de processos degenerativos e alterações do sistema imune.
As infecções intestinais dão quadros patológicos, mas nestes casos os agentes agressores são patogénicos.

Uma boa saúde requer uma digestão e absorção apropriada dos nutrientes. As doenças que afectam o “trânsito” intestinal têm uma prevalência elevada na nossa população. Os sintomas digestivos podem ser indicadores de transtornos próprios do intestino ou manifestações de patologias de outros órgãos ou sistemas.

Os processos de DISBIOSE podem estar associados a carências de vitaminas (défice de vitamina B12), à esteatorreia ou ainda a síndromes de mal absorção intestinal, de cólon irritável, más digestões, flatulência, obstipação e diarreia ligeira.

Também pode estar relacionada com processos patológicos não directamente intestinais, mas ligados a fenómenos inflamatórios e imunitários, tais como o eczema atópico, o reumatismo e a fibromialgia entre outros. A Disbiose pode produzir um aumento da “permeabilidade intestinal” e ser também causa de intolerâncias alimentares.

O estudo da flora intestinal está classicamente dirigido ao isolamento e identificação da flora patogénica (Salmonella, Shigella, E.coli patógenicos, etc.) e os componentes da flora saprófita excluem-se do estudo e são reportados nos resultados como “flora normal” sem outra identificação ou quantificação.

Um estudo exaustivo das fezes é uma ferramenta útil e não invasiva para avaliar a saúde do tracto intestinal, considerandose nesta avaliação, o estudo microbiológico, vírico e de parasitas.

A análise microbiológica específica e a determinação da concentração relativa de cada uma das espécies que fazem parte da flora intestinal, a "flora residente”, a "flora transitória” e ocasionalmente a "flora enteropatogénica”, assim como a presença de leveduras podem ajudar no diagnóstico e na resolução de problemas intestinais associados a processos de DISBIOSE.

 

Para que a função digestiva se conserve normal – bom estado de saúde – é imprescindível que os diferentes géneros da flora saprófita normal (lactobacilos, bifidobacterias, etc.) estejam numa determinada proporção entre si, quer dizer em equilíbrio, já que cada um deles tem uma função mais ou menos específica a realizar e o défice de um ou o excesso de
outros pode dificultar o funcionamento normal do aparelho digestivo.

Um desequilíbrio quantitativo entre os microorganismos que constituem a flora saprófita normal, pode dar lugar a disfunções intestinais, que podem afectar a digestão dos alimentos, a sua absorção e o equilíbrio do sistema imunitário intestinal o qual em termos quantitativos é o mais importante de nosso organismo.

A importância da conservação e manutenção da flora intestinal “fisiológica” reside no facto de que esta contribuir para a integridade da mucosa intestinal e favorecer a resistência à colonização de germes patogénicos.

Realizamos um estudo quantitativo da flora residente, da flora passageira, de leveduras e fungos, o que possibilita uma terapêutica com prebióticos ou liofilizados de microrganismos, no caso de se evidenciar um desequilíbrio.

Solicite no nosso Laboratório o Kit de Disbiose específico de recolha de fezes.

Não tomar antibióticos na semana anterior à recolha da amostra.

DISB: Estudo Disbiose Intestinal;
DISBAT: E. Disbiose Intestinal + Parasitas + Vírus;
DISBA2T: E. Disbiose Intestinal Alargado (DISBAT+ antigénios Clostridium e Helicobacter)
CULCA: Pesquisa de Candida nas fezes (seguimento E. Disbiose Intestinal)
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